"Eu Robô" :
Em 2035 a existência de robôs é algo corriqueiro,
sendo usados constantemente como empregados e assistentes dos
humanos. Os robôs possuem um código de programação
chamado Lei dos Robóticos, que impede que façam
mal a um ser humano. Esta lei parece ter sido quebrada quando
o Dr. Miles aparece morto e o principal suspeito de ter cometido
o crime é justamente o robô Sonny. Caso Sonny realmente
seja o culpado, a possibilidade dos robôs terem encontrado
um meio de quebrarem a Lei dos Robóticos pode permitir
que eles dominem o planeta, já que nada mais poderia impedi-los
de subjugar os seres humanos. Para investigar o caso é
chamado o detetive Del Spooner (Will Smith) que, com a ajuda da
Dra. Susan Calvin (Bridget Monayhan), precisam desvendar o que
realmente aconteceu.
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"Cabra Marcado para Morrer",
de Eduardo Coutinho:
Sinopse de Claudia Mesquita, documentarista e jornalista,
que estará no Zagaia batendo um papo sobre o filme de Coutinho,
com quem trabalhou em Peões do ABC. Participa também
do bate-papo o historiador João Campos, do Movimento
dos Sem Terra (MST).
"Lançado em 1984, "Cabra Marcado
para Morrer" foi saudado como um "divisor de águas".
O filme incorporava em sua forma as mudanças que diferenciavam
aquele momento (pós-ditadura militar) do contexto no qual
surgira, quase vinte anos antes, o projeto original: um filme de
ficção realizado em parceria com os próprios
camponeses, protagonistas da história de luta a ser contada.
Entre as primeiras filmagens (interrompidas pelo golpe militar de
1964) e o lançamento definitivo, vinte anos se passaram.
Cresceu a influência da TV, notável na retomada do
projeto, quando Coutinho incorporou a experiência da reportagem
televisiva, treinada no programa Globo Repórter. Em 1964,
tentou-se a ficção de matriz neo-realista, os camponeses
como atores de suas histórias. Em 1984, quando o filme é
retomado, domina a entrevista como "palco" do encontro/desencontro
entre "desiguais": o cineasta, os camponeses.
A partir do enfoque circunscrito (a história do filme interrompido),
faz-se balanço de uma significativa experiência de
organização camponesa no Nordeste (e de sua repressão),
tendo como matéria central os testemunhos individuais de
homens e mulheres comuns. Filme aberto, sem certezas, "Cabra
Marcado para Morrer" lança as bases da produção
documental contemporânea, em termos de estratégia de
abordage m e estilística (domínio da entrevista) e
de temática (a experiência dos homens "comuns"
como foco privilegiado de interesse)".
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Cineclube Zagaia
Av. Brasil, 292, Cohab II, ao lado do Extra, em Carapicuíba
– 4183-3207
Mais informações com Fabiana ou Tarcísio Lucena
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